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Palestra esclarece como empresas e pessoas podem garantir que seu imposto beneficie a comunidade local

Parte dos impostos recolhidos por empresas e também por pessoas físicas podem permanecer na cidade, beneficiando, ao invés de seguir para outras esferas do poder.

jornal-aciaja04Para isso, há leis de incentivo fiscal nos âmbitos estadual e federal, que são  uma forma de a empresa ou pessoa física escolher a destinação de uma parte dos impostos que já seriam pagos por ela, contribuindo, assim, para o desenvolvimento de projetos pela sociedade.

Na prática, o poder público abre mão de uma parte dos recursos que receberia, para incentivar a execução de iniciativas sociais, culturais, educacionais, de saúde e esportivas, em benefício de várias pessoas.

Para esclarecer como funcionam as leis de incentivo, quais empresas e pessoas podem doar, quanto podem doar, e sobretudo, os limites máximos permitidos por lei, a Aciaja convidou associados, contabilistas e entidades para a palestra realizada pelo gerente executivo do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça. Rafael Albuquerque Braghiroli.

O IORM, ligado ao Grupo Colorado, atua nos municípios de Guaíra, Orlândia, Ipuã e Miguelópolis, tendo atendido a mais de 4 mil crianças, adolescentes, jovens e suas famílias ao longo de 10 anos de atividades. Grande parte de seu orçamento de cerca de R$ 2 milhões é mantida exclusivamente por meio de leis de incentivo fiscal de esportes e cultural, nos âmbitos estadual e federal.

Desde 2013, o IORM apoia a organização institucional de asilos da região para que estas entidades possam ser beneficiadas por leis de incentivo, recebendo doações fundamentais para sua existência.

Rafael esteve acompanhado pela psicóloga do IORM, Miriam Myata. A palestra aconteceu no auditório da Associação Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – Area. Na noite de 1º de junho.

jornal-aciaja05“Estamos dispostos a contribuir, transferindo nossa tecnologia social para as entidades e empresas de Jaboticabal. O primeiro passo é realizar bons projetos, que sejam aprovados para captarem os recursos. Com bons projetos locais, fica mais fácil sensibilizar as empresas para que façam as doações de Imposto”, destaca Rafael.

Em troca do aporte de recursos, as empresas obtêm contrapartidas dos apoiados – como exposição da marca em materiais de divulgação, cotas de ingressos para espetáculos, selos públicos, placas de reconhecimento, entre outras possibilidades. A isso é acrescido o ganho de imagem, por meio da associação da marca à realização de  projetos importantes e transformadores.

 

As principais leis de incentivo brasileiras

Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (Fumcad)

Competência: Municipal (Jaboticabal possui Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente – CMDCA)
Tributo: Imposto de Renda

Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas/PCD)

Competência: Federal
Tributo: Imposto de Renda

Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon)

Competência: Federal
Tributo: Imposto de Renda

Fundo Nacional do Idoso

Competência: Federal
Tributo: Imposto de Renda

Lei de Incentivo à Cultura ou Lei Rouanet

Competência: Federal
Tributo: Imposto de Renda

Lei Federal de Incentivo ao Esporte

Competência: Federal
Tributo: Imposto de Renda

Lei Estadual de Incentivo ao Esporte

Competência: Estadual
Tributo: ICMS

Programa de Ação Cultural (ProAc)

Competência: Estadual
Tributo: ICMS

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ACIAJA apresenta propostas para alteração no Plano Diretor do Município

aciaja-jornal01O Presidente da ACIAJA, Arthur Guzzo, liderou a apresentação de resultados da força tarefa que estuda propostas de alterações no Plano Diretor do Município. O trabalho foi apresentado no dia 14 de junho à Comissão de Assuntos Relevantes da Câmara. A força-tarefa conta com representantes da AREA, da OAB e Prefeitura Municipal.

A reunião contou com as presenças das vereadoras Dra. Andréa Delegada (presidente da Comissão) e Maria Carlota, do presidente da AREA, Pedro Alessandro Iughetti, do engenheiro civil especialista em saneamento e membro do Conselho Delibrativo da ACIAJA, Paulo Henrique Bellingeri, entre outros.

Durante o encontro foram discutidas possíveis alterações necessárias em caráter de urgência e a realização, por meio de parceria entre Câmara Municipal e AREA, de uma palestra sobre o Plano Diretor, ministrada por um especialista no assunto.

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Muita História para Contar, Muito Futuro para Construir

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Em julho,  Jaboticabal completa 188 anos. Nossa  cidade é o produto da construção de todos que viveram  e vivem aqui. A Associação Comercial Industrial e de Agronegócios de Jaboticabal presta homenagem à Jaboticabal com a capa desta edição de nosso jornal. A mão desenhando os prédios  reforça o conceito de que a cidade é fruto da construção humana.

Desde a fundação da Aciaja, nós trabalhamos intensamente para o aprimoramento das relações no âmbito da cidade. Estamos participando da Comissão de Assuntos Relevantes da Câmara Municipal que discute e propõe a revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano. Além de produzir, gerar postos de trabalho, recolher impostos e promover o desenvolvimento, é preciso que os empresários dediquem-se a pensar a cidade, a planejar seu futuro. A dedicar esforços para estimular ambientes de empreendedorismo e oportunidades.

Afinal é no futuro que estaremos nos próximos anos!

 

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A Polêmica do Bafômetro: Posso realmente me recusar? Há consequências?

O Código de Trânsito Brasileiro, nos seus cerca de 19 anos de existência, passou por várias alterações, em relação à prevenção e repressão da condução de veículos sob efeito do álcool ou outras substâncias entorpecentes ou que determinem dependência física ou psíquica. A lei sempre cominou três espécies de sanções aos ilícitos de trânsito: a) tipo de infração (leve, grave ou gravíssima, para efeitos de pontuação na CNH, sendo esta última para a embriaguez); b) penalidade (multa, isolada ou cumulativamente aplicada) e c) medida administrativa (geralmente retenção do veículo e recolhimento da CNH). O conhecido “se beber não dirija” foi e continua sendo o grande mote.

O Estado tem o direito e o dever de fiscalizar. Mas o direito de fiscalizar não é absoluto e um dos seus limites está no direito que o cidadão tem de não produzir prova contra si mesmo, também conhecido como direito de não se auto acusar. As limitações ao direito de fiscalizar existem para evitar abusos. Sempre se falou – corretamente – que o motorista não está obrigado a se submeter ao teste do bafômetro, tampouco fornecer sangue para pesquisa.

Originalmente, quando o Código foi promulgado, em 1997, havia tolerância mínima, de modo que a embriaguez ao volante só se caracterizava quando constatado álcool acima de 6 decigramas por litro de sangue.

Em 2006 sobreveio a primeira alteração, instituindo a tolerância zero, determinando que qualquer concentração de álcool no sangue ou no ar alveolar do motorista já ca
racterizava embriaguez. Passou a constar textualmente no CTB que no caso de recusa do condutor à realização dos testes, a infração poderia ser constatada pelo agente de trânsito por meio de ou
tras provas, como excitação ou torpor.

Em 2008, a segunda alteração fixou o prazo de 12 meses de suspensão do direito de dirigir, cumulativamente à multa, que foi multiplicada por 5, como penalidade. Estabeleceu também que essa mesma penalidade, além das medidas administrativas de retenção do veículo e recolhimento da CNH, seriam aplicadas ao condutor que se recusasse a se submeter aos testes de alcoolemia, exames clínicos ou perícia. A partir dessa segunda alteração o CTB igualou as sanções aos motoristas nos quais houvesse constatação de embriaguez, com aqueles que se recusassem aos testes.

Em 2012, pela terceira alteração, a multa da penalidade foi dobrada (10 vezes o valor original), sendo novamente dobrada (20 vezes o valor original) se houvesse reincidência dentro de 12 meses. Criou-se novos meios de prova da embriaguez, quando o motorista se recusasse aos testes, como imagem e vídeo. Foi mantida a equivalência de sanções aos motoristas comprovadamente embriagados e aos que se negassem aos testes.

Agora recentemente, pela Lei nº 13.281, de 05/05/2016, na quarta alteração, foi inserido o artigo 165-A no CTB. Somente modificou a maneira como já estava redigido no Código, desde 2008: manteve as mesmas sanções de infração gravíssima, penalidade de multa de 10 vezes o valor original e suspensão do direito de dirigir por 12 meses, além de medidas administrativas de retenção do veículo e recolhimento da CNH. Também preservou a incidência da multa em dobro (20 vezes o valor original) na reincidência dentro de 12 meses, quando o motorista recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa.

bafometro-testeAlguns juristas afirmam que a Lei nº 13.281/2016 é inconstitucional porque, na prática, elimina o direito do cidadão de não produzir prova contra si mesmo (direito de não se auto acusar), ao se recusar a qualquer dos exames ou meios de prova. Vale dizer: as sanções são as mesmas, tanto se houver constatação de embriaguez por etilômetro, exame de sangue, perícia, imagem, filmagem, excitação ou torpor, como se o motorista se recusar a se submeter a qualquer desses testes ou meios de prova da embriaguez. Parece-nos clara a inconstitucionalidade, mas não está sendo observado que tal inconstitucionalidade existe no CTB desde 2008.

Então, posso legitimamente recusar-me a me submeter ao etilômetro ou qualquer dos exames e meios de prova para constatar se estou dirigindo embriagado? A resposta é afirmativa, mas sofrerei as mesmas sanções que sofreria se tivesse me submetido, com resultados positivos.

A única diferença possível, se o motorista se negar, parece estar na dificuldade de caracterizar crime de embriaguez ao volante, tipificado no artigo 306, com a seguinte redação: “Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência”, que comina pena privativa de liberdade (detenção) de seis meses a três anos, além daquelas três sanções listadas no início deste texto.

Essas três espécies de sanções indicadas acima estão no contexto do Direito Administrativo. Já o crime de embriaguez ao volante integra o Direito Penal.

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Impeachment Já!

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O Brasil vive um período sem precedentes de crises: ética, política, de governabilidade, econômica e, sobretudo, social.

A paralisia decisória que envolve governo e Congresso produz incerteza que trava as decisões empresariais e a vida das empresas, levando a um processo de deterioração que se aprofunda rapidamente e que já atinge de forma perversa a classe trabalhadora e as famílias. A hora agora é de buscar soluções que possam ser implementadas com a rapidez necessária para impedir que não apenas a economia e o quadro social continuem a se deteriorar, como para evitar que as instituições sejam comprometidas e dificultem a busca de caminhos que preservem a normalidade democrática e levem à punição exemplar de todos os envolvidos nos casos de corrupção.

Por isso, apelamos à presidente Dilma para que, em um gesto de grandeza, renunciasse, para propiciar a busca de um entendimento que permitisse começar a mudar o quadro dramático que o País atravessa, evitando o processo de impeachment que retardaria a busca de soluções para a crise. As últimas atitudes do governo, no entanto, mostram que não haverá renúncia, pelo menos no curto prazo, o que nos leva, agora, a apelar à Câmara dos Deputados inicialmente, e a todo Congresso Nacional, para que agilize o processo de impeachment, para abreviar ao máximo o cenário de incerteza que o País vive, e que vem agravando dramaticamente o quadro econômico e social. A Facesp e as Associações Comerciais irão acompanhar o posicionamento dos senhores parlamentares durante o processo, e manterão os empresários e a população informada da atuação de cada um. A palavra de ordem das associações comerciais passa a ser IMPEACHMENT JÁ.

Movimento pró Brasil

É preciso, contudo, nos prepararmos também para depois do impeachment. A Facesp e a ACSP pretendem lançar, com o apoio de outras entidades, o “MOVIMENTO PRÓ BRASIL”, que terá como finalidade manter a mobilização da população em relação aos assuntos políticos, participando de forma ativa das discussões sobre a reforma política e a lei eleitoral, para que a nova legislação possa assegurar a governabilidade e permita ao eleitor maior controle da atuação dos parlamentares eleitos.

Alencar Burti, presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP)

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Momento de União

Os desafios que a crise econômica traz para os empresários e a contribuição da classe produtiva para o desenvolvimento da cidade são destaques nesta primeira entrevista concedida pelo arquiteto Arthur Dória Guzzo como presidente da Aciaja. Ele fala sobre o necessário entrosamento da Associação junto aos órgãos formuladores de políticas públicas para a construção de leis que atendam aos interesses empresariais e que estejam em dia com as necessidades de uma cidade que precisa se desenvolver ainda mais. O  empresário afirma que a união pautará sua gestão frente à entidade.

 

guzzoJornal da Aciaja: Qual é a pauta da Aciaja para este ano? Quais serão os principais desafios desta gestão?

Arthur Doria Guzzo: Eu espero que a palavra de ordem desta gestão seja “união”. Vamos dar sequência a todos os trabalhos iniciados nas gestões que nos antecederam. Nesse momento reverenciamos os fundadores da Associação e todos os seus ex-presidentes. Daremos ênfase na continuidade da última gestão, conduzida pelo ex-presidente Humberto Montans Bellodi. Hoje estamos à frente da Aciaja devido à oportunidade proporcionada por Humberto.  O País atravessa uma crise. Devemos buscar na integração entre os setores o ponto de equilíbrio para o bem comum.

O empresário deve reinventar sua atuação. Fazer mais com menos e com mais eficiência. Somos desafiados pelo aumento no preço da energia elétrica, dos impostos. Há ainda exigências sindicais desbalanceadas em alguns pontos. Há a alteração do índice do ISS de 2 para 4% e muito mais está por vir. Por isso, a Aciaja tem um papel fundamental. Sua missão é proporcionar cursos de qualificação, promover o debate, gerenciar encontros setoriais para discussão de tendências e desafios.

Nossa meta é proporcionar esse espaço de encontro entre empresários do mesmo setor, capazes de apontar soluções e inovação. Promover esse intercâmbio seja, talvez, a mais ousada das tarefas da Aciaja. As ideias criativas são essenciais para que possamos vencer os desafios impostos pelo mercado e pelo novo cenário político e econômico que nos impacta diretamente.

JA: Como vê a importância da classe empresarial para a vida da cidade?

ADG: Com maturidade e senso crítico, vejo que o desenvolvimento do ser humano se dá nas relações sociais e nas oportunidades de trabalho. Jesus nos ensinou que “o Pai trabalha até hoje e eu trabalho também”, o que mostra que o trabalho é uma Lei Divina e é pelo trabalho que nos desenvolvemos, que buscamos dignidade, aprimoramos nosso ser, tornando-nos mais fortes, mais sábios e mais prestativos.

A inércia ou aversão ao trabalho tem contribuído para o desenvolvimento de várias patologias. Talvez a maior delas seja o uso intensivo de drogas, que tem exterminado muitos de nossos talentos.

O empresariado é a força motriz da cadeia produtiva. Proporciona a criação de inúmeros postos de trabalho. Possibilita o desenvolvimento de novas tecnologias que trazem saúde, conforto, dignidade e maturidade evolutiva.

JA: Em sua opinião, a cidade está avançando sob o ponto de vista econômico?

ADG: Vivemos tempos difíceis, com recessão, aumento da taxa de desemprego, elevação de impostos, pressão de custos com as altas da energia, combustíveis. E isso traz desaceleração da atividade econômica e um quadro de incerteza quanto aos investimentos.

No entanto, enxergo vários avanços nas áreas de tecnologia e gestão, que são imprescindíveis  para a sustentabilidade  das empresas. Se esses incrementos forem implantados durante a crise, serão diferenciais para as empresas na retomada do crescimento econômico.

JA: Por que um empresário deve investir em Jaboticabal?

ADG: Primeiramente por amor à cidade, por carinho em relação aos seus moradores, por cumprir o sacerdócio de gerar empregos, por trazer a oportunidade de oferecer dignidade e também por participar e contribuir para que a cidade experimente avanços necessários e urgentes. Nossa meta é dar atenção também ao trabalhador, pois ele constrói o país. “Tudo que repousa em excesso é relatado pela natureza à inutilidade. O tesouro escondido transforma-se em cadeia de usura. A água estagnada cria larvas de insetos patogênicos. Não te admitas na atitude de vigilância e oração, fugindo  à luta com que a Terra te desafia. Inteligência parada e mãos paradas impõem paralisia  ao coração que, da inércia, cai na cegueira. Vibra com a vida que estua, sublime, ao redor de ti, e trabalha infatigavelmente, dilatando as fronteiras do bem, aprendendo e ajudando aos outros em teu próprio favor. Essa é a mais alta fórmula de vigiar e orar para não cairmos em tentação”.

JA: Qual será a estratégia para que os empresários reunidos na Aciaja sejam ainda mais ouvidos pelo poder público e contribuam na tomada de decisões sobre os caminhos da cidade?

ADG: Parceria é o caminho. Recentemente, a Câmara Municipal de Jaboticabal, por meio de parceria proposta pelo seu presidente, vereador Edu Fenerich, criou a Comissão de Assuntos Relevantes com a participação da Aciaja. Essa Comissão foi constituída para a revisão do Plano Diretor. A ideia é adequarmos a legislação para a nova realidade que a cidade apresenta. Além da Aciaja, a Comissão contará com a participação da Associação Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Jaboticabal. Estamos presentes contribuindo com vários conselhos de Jaboticabal. (veja box).

JA: Um empresário da construção civil assume a presidência da Aciaja. Haverá uma atenção maior para este segmento na pauta da Associação?

ADG: Atenção maior não, porém sei que a construção civil é um termômetro da economia. É o primeiro setor que para quando a economia vai mal.  Acho que a maior contribuição que podemos dar, juntamente com os demais diretores, é ofertar o acúmulo de experiências que somamos a partir de nossa vivência no setor da construção civil. A Aciaja conta com três diretores dos quadros da San Marino Empreendimentos Imobiliários: Elvio Roberto Morgatto, Wladimir Morgatto e Leonardo Rodrigues Morgatto; um diretor da empresa Venire Empreendimentos Imobiliários: Maurício Palazzo Barbosa; além de um diretor advogado, especialista em incorporação imobiliária da empresa Em Dia Administração & Cobrança: Rodrigo da Costa Geraldo. Também contamos com a expertise do diretor Nilson Cesar Donadon, da KND Consultoria e Treinamento, que assessora construtoras. Tenho formação acadêmica em Arquitetura e Urbanismo e pós-graduação  em Gestão de Projetos. Talvez isso ajude a identificar mais facilmente equívocos na legislação, como fizemos na Lei Municipal que estabelecia diretrizes para o uso dos estacionamentos e que era um absurdo em termos de ilegalidade, pois afrontava o direito de propriedade. A parceria com a Câmara de Vereadores ajudou a corrigir esse erro.  Possuir essa formação em urbanismo e atuar no setor da construção civil credencia os diretores da Aciaja a contribuir com a cidade. Todas as empresas necessitam da construção civil para que exerçam suas atividades. O investimento na qualidade da construção civil tem a capacidade de potencializar o aprimoramento de todas as cadeias produtivas.

JA: No seu discurso de posse, citou que objetiva trabalhar em colaboração com outras entidades de classe. Como pretende fazer isso?

ADG: Queremos a participação maciça da Aciaja em parceria com todas as associações e entidades de classe para que, juntos, possamos discutir e encontrar soluções  plausíveis e exequíveis  para Jaboticabal. Gostaria muito de criar o Fórum de Entidades de Jaboticabal – Feja, a exemplo  do Fórum das Entidades de Ribeirão Preto – Ferb. Esse Fórum auxilia os Poderes Executivo e Legislativo em busca da melhoria contínua da cidade.

“Nossa meta é proporcionar esse espaço de encontro entre empresários do mesmo setor, capazes de apontar soluções e inovação. Promover esse intercâmbio seja, talvez, a mais ousada das tarefas da Aciaja. As ideias criativas são essenciais para que possamos vencer os desafios impostos pelo mercado e pelo novo cenário político e econômico que nos impacta diretamente”.

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Câmara aprova exclusividade de uso dos estacionamentos comerciais para os consumidores

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A Aciaja liderou a campanha que defendeu alteração na legislação que passa a garantir o direito dos consumidores e proporciona uso exclusivo dos estacionamentos comerciais como em grandes centros.

A Câmara de Vereadores de Jaboticabal aprovou por unanimidade a alteração do artigo 44 da Lei Complementar Municipal nº 86, de 2007, que passa a garantir  que o estacionamento dos estabelecimentos comerciais de Jaboticabal sejam utilizados com exclusividade pelos consumidores que realizam compras nessas lojas. A votação ocorreu na sessão ordinária realizada na noite de 07 de março e representa uma importante conquista para os consumidores jaboticabalenses.

Desde 2015, o tema vinha sendo debatido pelo Conselho do Plano Diretor de Jaboticabal – Consplan, que, por maioria de seus membros, já havia determinado a revogação do Artigo 44 da Lei. Esse artigo previa o livre acesso a qualquer veículo no estacionamento dos estabelecimentos comerciais, independentemente de relação de consumo, vedando qualquer tipo de aviso de exclusividade.

“A alteração da lei trará uma vitória importante para a cidade como um todo. Isso criará um ambiente propício para as compras, proporcionando atendimento e fidelização do cliente e a mobilidade para o consumidor. São medidas como esta que apoiam o trabalho das empresas e a manutenção de empregos em nossa cidade, privilegiando o consumo”, destaca o presidente da Aciaja, o empesário da construção civil Arthur Guzzo.

“A existência do estacionamento está prevista no Código Sanitário do Estado de São Paulo. Área livre, a ser utilizada por todos, é o passeio (a calçada); o estacionamento pertence ao estabelecimento, pois está dentro de área que é propriedade privada”, afirma o assessor jurídico da Aciaja, Dr. Haroldo Bianchi.

A iniciativa tem apoio também da Associação Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia  de Jaboticabal – AREA. A Aciaja defende ainda a  participação ativa dos órgãos de trânsito municipais que expedem alvará de funcionamento.

Riscos à segurança

A Lei Complementar nº 86, de 2007, estabelece que as moradias tenham uma vaga de garagem. Também define que  escolas tenham uma vaga na garagem por sala de aula e edifícios comerciais mistos, uma vaga na garagem a cada 100 metros quadrados de área construída.

“O artigo 44, no entanto, não diferencia imóveis comerciais ou residenciais assim; mesmo os estacionamentos residenciais, grosso modo, poderiam ser de livre acesso a qualquer veículo. Ao propormos a alteração deste parágrafo, contribuímos para devolver a segurança da propriedade aos moradores e comerciantes de Jaboticabal”, afirma Arthur Guzzo, que ainda detalha: “é indispensável assegurar ao consumidor o acesso à loja de sua preferência, sem que tenha que pagar pelo cartão da Zona Azul. Afinal, o empresário já investiu no imóvel e paga impostos”, completa.

A Aciaja também evoca a Súmula 130 do Superior Tribunal de Justiça, que determina que as empresas respondam, perante o cliente, pela reparação de dano ou furto de veículos ocorridos em seu estacionamento. “Já que a empresa será responsabilizada, que seja apenas pelos veículos dos clientes que estão em seu estacionamento”, afirmou o presidente da Aciaja.

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Palestra sobre enfrentamento da inadimplência reúne empresários

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Mais de sessenta representantes de empresas jaboticabalenses participaram na noite de 30 de março da Palestra sobre estratégias para o enfrentamento da inadimplência, que foi promovida no auditório da Aciaja pela parceria firmada  entre a  Rede Sinal Verde e a Associação.

A palestra gratuita oferecida pela Rede Sinal Verde – Sistema de Análise de Crédito Serasa Experian – abordou o Panorama Atual da Inadimplência no Brasil; apresentou também as principais causas da inadimplência; os desafios para o empresário, além de apresentar dicas para reduzir a Inadimplência.

A Rede Sinal Verde é vinculada ao Distribuidor Autorizado Serasa Experian. A ACIAJA possui exclusividade da franquia na região de Jaboticabal.

“Os participantes receberam orientações sobre como enfrentar a inadimplência em tempos mais difíceis e subsídios sobre como o comerciante pode agir para resgatar a fidelidade de seus clientes. Parte importante foi sobre a importância do cadastro e a venda de crediário como uma das ferramentas para enfrentarpalaestra a crise”, destacou o presidente da Aciaja, Arthur Dória Guzzo, que assistiu à palestra.

A Sinal Verde é uma empresa do Check Express Group, que em 2010 foi apontada pela Revista Exame como a terceira empresa mais tecnológica do Brasil, atrás apenas do Itaú e do Bradesco. O associado não paga nenhuma taxa para aderir ao Sistema, recebe seu login e senha e pode fazer as consultas, cujos valores ficam entre R$ 0,56 e R$ 30,00 cada, dependendo de sua complexidade. As consultas a pessoas físicas e jurídicas permitirão conhecer a sua ficha de crédito, a ocorrência de emissão de cheques sem fundos, fundos, pendências financeiras, protestos estaduais e nacionais e, em um processo mais aprofundado, informações sobre participações em quadros societários de empresas.

 

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ABRIL

Parceria Aciaja e Ciesp Araraquara promove I Encontro Itinerante de Negócios de Jaboticabal

Empresários jaboticabalenses de todos os segmentos estão convidados para o Encontro Itinerante de Negócios que será realizado em parceria pela Aciaja e Ciesp Araraquara, a partir das 19 horas, no auditório Nilo de Stéfani, da Associação.

“Este é um networking muito importante. Oferecemos um ambiente propício a novos negócios, onde as empresas não precisem despender recursos e nem tempo com viagens ou participações em feiras e eventos para iniciarem  contatos ou negociações comerciais”, destaca o presidente da Aciaja,  Arthur Dória Guzzo. O número de vagas é limitado. A prioridade será dada a empresas associadas à Aciaja. As participações devem ser confirmadas com antecedência.  Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3202-0315.

MAIO

O passo a passo do Planejamento Estratégico Comercial 

A parceria entre a Aciaja e a CIESP Araraquara traz a Jaboticabal o curso Planejamento Estratégico Comercial Passo a Passo. O curso será promovido no dia 10 de maio, às 19 horas, no auditório da ACIAJA.

As inscrições são gratuitas O número de vagas é limitado. A prioridade será dada a empresas associadas à Aciaja,   e as participações devem ser confirmadas com antecedência.  Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3202-0315.

2016 de muito trabalho  

O Calendário de formação empresarial oferecido pela Aciaja às empresas associadas foi iniciado no dia 19 de janeiro com a palestra “Motivação para a Excelência em Vendas- Diga não à crise e desenvolva novas técnicas de Atendimento a Clientes”, reunindo bom público no auditório da Associação.

Nos dias 28 e 29 de janeiro e 1º de fevereiro foi a vez do Curso Senai Boas Práticas para Serviços de Alimentação- RDC 216.

De 8 a 10 de março, o Sebrae-SP, em parceria com a Prefeitura de Jaboticabal, Instituto Tecnológico e Associação Comercial, Industrial e Agronegócios realizou a Semana do Varejo 2016. O evento ofereceu informações para futuros empreendedores interessados em um novo negócio ou mesmo para aqueles que já estão no mercado e sentem a necessidade de se reciclarem.

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Com a presença de lideranças empresariais e políticas, Aciaja empossa nova Diretoria

A posse da nova Diretoria, que estará à frente da entidade no triênio 2016-2018, contou ainda com a participação de lideranças expressivas de entidades de classe, como o Vice-Presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo – Facesp, José Carlos Carvalho, que representou o presidente da Facesp, Alencar Burti, e o secretário Geral da Associação Comercial de São José do Rio Preto, Paulo Tadeu Sader. Também participaram da transmissão de posse dirigentes das Associações comerciais de Pradópolis, Barrinha, e Vista Alegre do Alto.
Representantes da OAB, Imprensa local, Associação Regional de Engenharia e Arquitetura, corporações policiais civis e militares, Corpo de Bombeiros e Clubes de Serviço também prestigiaram o evento, que empossou ainda os novos membros do Conselho Deliberativo da Aciaja.
Logo na abertura do evento, o minuto de silêncio em homenagem ao empresário Antônio Alceu Bellodi, falecido no dia da posse, emocionou as pessoas.
Arthur Guzzo afirmou que pretende dar continuidade às ações já iniciadas pela gestão anterior e adequar o setor empresarial aos tempos de crise. “Para superar os desafios e as novas dificuldades financeiras é preciso se reinventar, fazer mais com menos”, falou.
Ele ressaltou ainda que sua gestão na Aciaja priorizará os interesses da cidade e a integração com as demais entidades de classe. “Os membros da Diretoria e do Conselho Fiscal fazem parte de diversas outras entidades, e a união de todas, junto à Aciaja, possibilitará pensarmos em uma cidade mais livre e mais humana”, acrescentou.

O Presidente cessante, Humberto Bellodi, relembrou ações marcantes da Aciaja nos cinco anos em que esteve à frente da entidade. A associação encabeçou a luta para que o número de vereadores em Jaboticabal não aumentasse para 15, evitando inflar os gastos públicos. Também esteve à frente da Campanha Por um Trânsito Mais Seguro, que, nos meses em que vigorou, reduziu substancialmente a quantidade de ocorrências na cidade. Falou ainda sobre a participação atuante no movimento do Ministério Público Federal, colhendo assinaturas importantes para a ação “Dez Medidas contra a Corrupção”.

Ipeja

O novo presidente da Aciaja ressaltou a importância da criação do Instituto de Pesquisa de Jaboticabal – Ipeja, vinculado à Aciaja, que nasceu com a proposta de mapear o setor produtivo da cidade, gerando dados e informações que serão fundamentais para tomadas de decisões estratégicas dos empresários do município. O Ipeja conta ainda com o apoio da Unesp e de empresas que patrocinam a iniciativa: Cerâmica Stéfani, Henfel, Rodo Jaboti, San Marino, Sindicato Rural de Jaboticabal e Teto Materiais para Construção.

 

 

Foto 1: O Prefeito Raul Gírio e o Secretário Sérgio Nakagi com o Presidente da Coplana, José Rossato.
Foto 2: Humberto Bellodi é homenageado pela Diretoria com álbum fotográfico de sua gestão.
Foto 3: Carla Bellodi e Alessandra Guzzo foram homenageadas.
Foto 4: O Diretor da FCAV Unesp, Professor Pedro Luís da Costa Aguiar Alves e o Vice-Diretor, Professor Antonio Sergio Ferraudo e suas esposas.

Mensagem aos empresários do futuro

Um dos pontos altos da cerimônia foi o lançamento da cápsula do tempo, um recipiente que que recebeu mensagens de todos os presentes, além de edições de jornais e materiais desta época. A ideia é apresentar para os futuros empresários os desafios de hoje em Jaboticabal e inspirar o setor produtivo a continuar evoluindo sempre. A cápsula será aberta em 2056, ou seja, daqui a 40 anos, e foi lacrada e  guardada na sede da Aciaja.

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